O TERROR EM ARAÇATUBA

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Nove meses após o ataque de um bando armado a agências bancárias de Araraquara, a cidade de Araçatuba sofreu terror semelhante, mas com gravidade muito maior. A ação de cerca de 50 homens fortemente armados deixou três mortos, cinco feridos, fez reféns, deixou bombas nas ruas e paralisou Araçatuba nesta segunda-feira. Nada funcionou. O clima de insegurança alcançou toda a região. A violência deixa marcas, deixa medo, inibe. E a pergunta que fica é: cadê a inteligência da segurança pública do Estado de São Paulo? Como é possível um grupo agir com tamanha violência, que demanda planejamento, compra e transporte de armas, deslocamento e ainda surpreender as forças de segurança? Não é de hoje que se denuncia e cobra, inclusive este mandato, que a segurança pública de São Paulo está desestruturada. Que há anos não repõe seu efetivo, que não reajusta salários, que não enfrenta o crime organizado com a organização necessária para tal. O Estado tem um padrão de avaliação dessas ocorrências que não condiz com a realidade. A Polícia Civil e a Polícia Científica são carentes de recursos humanos e técnicos, inquéritos e mais inquéritos são abertos e inconclusos. A Polícia Militar de São Paulo continua reativa e carente de recursos. Agora, depois de mais um estrago, é tentar minimizar as consequências, mas quem pode responder a uma questão crucial: onde será o próximo ataque?

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