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13/07 - IBITINGA-SP
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Jótha Marthyns

Jótha Marthyns


A pandemia do coronavírus, acordou governos na área da saúde, principalmente aqui no Brasil


De repente, países questionam o papel da Organização Mundial da Saúde - OMS, criada com o objetivo de desenvolver ao máximo possível o nível de saúde de todos os povos, ou seja, melhorar o estado de completo bem-estar físico, mental e social dos cidadãos no Planeta.

Jótha Marthyns

Aqui a pandemia expõe negligencias pactuadas por décadas na rede publica de saúde, através do “excelente negócio, o SUS” terreno fértil na pratica de improbidades administrativas”; responsável de tantas falcatruas em licitações, fatos esses sempre expostos à opinião pública através da imprensa.

A saúde brasileira sempre esteve doente nas ‘portas das UTIs, pedia socorro. Governos federal, estaduais e municipais sempre "se lixaram" para o serviço público de saúde. Vinte anos. (1996/2016) nos foram roubados por FHC, Lula e Dilma.

Políticos daqui, se associaram contra o povo brasileiro, alheios a tragédia nacional causada pela má gerencia no SUS, nesse interim tomavam champanhe em Paris tais quais piratas privados, burocratas corruptos e criaturas do pântano político instalados no Eixo do Mal dentro da Praça dos Três Poderes em Brasília.

Aqui para a maioria de Presidentes, governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais de Saúde, desta Terra de Santa Cruz, hoje Pais de Terceiro Mundo, a saúde agonizante nunca foi vista como investimento, mas como gastos, despesas.

 “Levou-se a saúde dos brasileiros por anos seguidos, de barriga”. Essa raça de víboras de políticos e seus apaniguados vivia de salários, benesses e mordomias, pagos pelos contribuintes.

A saúde, no Brasil, só aparentava alguma solução nos períodos pré-eleitorais, em resultados extremamente caóticos e contraditórios. O que precisávamos na saúde eram só as verbas e consequentemente, menos verbo. A manada omissa, sem  amor a pátria, só queria relaxar e gozar, morrendo nos braços  de Baco.

De fato, os dados nos passados 35 anos apontam o SUS responsável por milhões de mortes em prontos socorros, hospitais e centros de baixa, média e alta complexidades, sem as devidas assistências de políticas públicas em prol da saúde; resultados de incompetências generalizadas.

Ora, a partir de tal perspectiva, o SUS estava em colapso, mas permanecia alimentando braços de corrupção de governos estaduais e municipais que não enxergavam por suas obvias conveniências.

Cabe observar, se os políticos brasileiros todos, tivessem  cuidado da saúde pública, quantas vidas poderiam ter sido poupadas nas filas do incompetente SUS? O fato é que nas duas Casas do Congresso Nacional, parlamentares foram acostumados a receber benesses em troca de votações, apoiadores de péssimos projetos; só cuidam em ‘dar-se bem na politica do toma lá da cá’.

A saúde nunca ocupou lugar central dentro da política do estado brasileiro, sendo deixada no periferia do sistema, como uma moldura de um quadro, tanto no que diz respeito a solução dos grandes problemas de saúde que afligem a população, quanto na destinação de recursos direcionados ao setor.

A crise do sistema de saúde no Brasil, presente no nosso dia a dia foi constatada através de repetitivos fatos amplamente conhecidos e divulgados pela mídia:

> filas frequentes de pacientes nos serviços de saúde; falta de leitos hospitalares e UTIs: > escassez de recursos financeiros, materiais e humanos para manter os serviços de saúde operando com eficácia e eficiência; > atraso no repasse dos pagamentos  do Ministério da Saúde para os serviços conveniados;> baixos valores pagos pelo SUS aos diversos procedimentos médicos- hospitalares; > aumento de incidência e o ressurgimento de diversas doenças transmissíveis; > denúncias de abusos cometidos pelos planos privados e pelos seguros de saúde.

O mais plausível é dizer que tais fatos e situações por anos seguidos brotam gerados a começar por incompetências, negligências e ganâncias de políticos congressistas sobre uma população desesperançada enfrentando filas e humilhações em madrugadas de frio, em busca de exames, consultas ou tratamento.

Triste realidade nacional. Assim como somos frutos do nosso passado e da história, o setor saúde também sofreu as influências maléficas de interesses em todo o contexto político- social pelo qual o Brasil passou desde 1500 colonizado por degredados e aventureiros, administrado pelos “amigos do Rei”.

2020. Pandemia de Coronavírus – covid 19, sobre todo o  Planeta Terra. Milagres vêm acontecendo no Brasil. A multiplicação de recursos surgidos em investimentos para a área da saúde ‘nunca na história deste patropi foi tão beneficiada’.

As mazelas politicas na saúde brasileira escancararam-se. Agora com a pandemia, uma doença "democrática", em que todos são iguais mesmo; eles os “Príncipes políticos”, em poses caricatas, correm para construir, estruturar e adequar hospitais emergenciais a toque de caixa, a fim de tentar evitar o colapso do sistema público de saúde, que fatalmente refletir-se-á em seus destinos políticos, para prefeitos no 4 de outubro próximo. A regra está clara, tal qual linguagem de alambrado atrás do goleiro da equipe visitante de futebol da 3ª divisão.

Confrades e Confreiras. Sorte tem esses governadores e prefeitos (“Príncipes”) e escalões subalternos, que grupos de empresários, bancos, estão solidários em  ações e doações  com o povo e não com seus interesses.

Peripatéticos, sofistas, hedonistas, empiristas, atomistas, epicuristas, marxistas, positivistas, ilumistas, niilistas, racionalistas, hegelianos et caterva, uni-vos!

É preciso distinguir as espécies de verdades. Discípulos de Sócrates, Platão e Aristóteles; “Juntos vamos derrotar o vírus unidos pela informação e responsabilidade”.

Câmara Municipal de Ibitinga

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