CUMPRE DAR UM CHOQUE ÉTICO NA SOCIEDADE MUNDIAL. ACORDÁ-LA DE SUA ANESTESIA MORAL

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“Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não conseguem ler ou escrever, mas aqueles que não conseguem aprender, desaprender, e reaprender”- Alvin Toffler¹

Brasil. Ruy Barbosa², um dos maiores juristas brasileiros, ensina que a impunidade e a irresponsabilidade são as causas eternas e infalíveis das perturbações da ordem pública e da ordem moral.

* Por Jótha Marthyns

 

Sofistas e cínicos. O Texto que segue é dentro do tudo a ver no qual eu e milhões de terráqueos estamos pensando agora neste momento nacional com a possibilidade ameaçadora de sermos contaminados pela COVID 19.

Neste estado de ânimos, em posição de Lotus da milenar Yoga, tentando decifrar o estado patológico que vive a Nação desde a chegada em 1500 dos patrícios espertos em praias baianas.

O que seria normal e o que seria patológico para sociólogos confinados e isolados nesta Era Pandêmica que abreviou “O Futuro é Agora! ”?

A COVID 19 mergulhou o mundo nesta abrupta velocidade exponencial convocando seus protagonistas para solução de problemas e para onde levá-los.

Talentosos humanos e Robôs: Quando usamos a imaginação e a inteligência emocional, para planejar o futuro, pensamos em humanidade e tecnologias, igualdade e diversidade entre outros temas vitais a nossa efêmera passagem sobre este esférico e azul planeta água. Certo?

Pois bem, no sim e no não, produtores de gigabytes. Incluam-se nesse balaio de soluções quânticas e cósmicas, > a Ética. Como lembrou o jurista José Renato Nalini³ em sua obra Ética Geral e profissional, cumpre dar um choque ético na sociedade brasileira. É passada a hora de acordá-la de sua anestesia moral. Extraí-la da letargia é missão de quem procura enxergar além dos estreitíssimos limites de suas próprias conveniências. Por favor, diletos degustadores deste tema, incluam aqui nossa Urbe.

Heróis e Heroínas! A salvação da humanidade, e da nossa Amada Pátria Brasil em risco grave e não remoto de desaparecimento, está na consciência de quem não se conforma com a passividade de muitos, agregada a inconsequência de tantos e o regime de “salve-se quem puder” instaurado nas últimas quatro décadas, de dentro do Eixo do Mal em Brasília, espalhando-se pelos três níveis da administração brasileira.

Todo o Planeta tremia. A sociedade humana estava gravemente enferma. Praticamente na UTI. Além das doenças patogênicas e adquiridas, a mais mortal, é a doença moral. Colocou humanoides em coma. Há quem diga que o estágio é irreversível. Despertá-la para uma reação é premente. Dizem que a Pandemia global é pausa para recomeços.

Dilema. A realidade brasileira neste atual momento de rotação da Terra, passa pelo despertar consciente em direitos e deveres; fincar pé na democracia ou cair da cama ao som de tanques nas ruas, tiros de morteiros e metralhadoras.

Urge fazer que toda pessoa se compenetre de sua responsabilidade individual, cidadã e social. Fração dessa responsabilidade cabe a esta “Sonho de Cidade”, encravada na até agora fictícia hollydiana Região Metropolitana de Ribeirão Preto.

Esse é o papel reservado à ética neste terceiro milênio. O objeto da ética é a moralidade positiva, ou seja, o conjunto de regras de comportamento e formas de vida por meio das quais tende o homem a realizar o valor do bem. Entendeu?

Destrambelhados do Nordeste e Sudeste, atenção. A ética é uma disciplina normativa, não por criar normas, mas por descobri-las e elucidá-las. Seu conteúdo mostra às pessoas os valores e princípios que devem nortear nossas existências. Entenderam?

Confrades e confreiras. Na mania de complicar as coisas, somos pródigos em sofisticar o que pode ser absorvido e mais bem assimilado com a singeleza, o prático. Se bem que complicar é preocupação de políticos tupiniquins para dar-se bem nas entrelinhas de leis e licitações.

Sociedade global cibernética, indago: O mundo é como é e não pode ser modificado? Ou está em cada um de nós a capacidade de transformá-lo em algo mais agradável, tranquilo, fraterno e, portanto, mais solidário entre humanos e animais? Sim, é possível! Nós podemos! (we can!)

Quem consegue descobrir a beleza da ética e se maravilhar com ela, não recusará o convite a se deslumbrar com os frutos a serem colhidos a partir desse encontro profundo.

Alerta uníssono: 15/02/2021 17:56:38. A premissa vale para todos os mais de 212 milhões de habitantes - (cresce a cada segundo) - deste País Tropical abençoado por Deus e pela Natureza! Mas que beleza!

Recrutas e veteranos. Reclusos dentro de ideologias, filosofias religiosas e agnósticas: Ainda é tempo de recuperar as ocasiões perdidas desde o homo sapiens; e aprender e reaprender novas atitudes para uma viver dentro das chances oferecidas pela Nova Era pós pandemia’ causadora de inesperada crise de saúde pública mundial ocasionada do ‘coronavirus’.

 

REFERÊNCIAS:

  1. - Ruy Barbosa de Oliveira - (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um polímata brasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Um dos intelectuais mais conhecidos do seu tempo. É cognominado o “Águia de Haia”.
  2. Alvin  Toffler.  (Nova  Iorque, 4  de   outubro de 1928 - Los   Angeles, 27   de  junho de 2016 [1]) foi um escritor e futurista norte-americano, doutorado em Letras, Leis e Ciência, conhecido pelos seus escritos sobre a revolução digital, a revolução das comunicações e a singularidade tecnológica. O Choque do futuro foi seu primeiro livro, e um sucesso editorial. Se tornou conhecido do grande público por sua obra A Terceira Vaga (no Brasil editado como a "Terceira Onda", do inglês The Third Wave) de 1980.
  3. -José Renato Nalini - (Jundiaí, 24 de dezembro de 1945) é um jurista, professor, escritor, magistrado e político brasileiro. Foi desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, onde exerceu a presidência, e Secretário da Educação do Estado de São Paulo.

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