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13/07 - IBITINGA-SP
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Jótha Marthyns

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Mais uma vez o eleitor escolhe os titulares do poder

As eleições municipais determinarão o futuro da cidade para os próximos quatro anos, 2021/2024, motivo pelo qual é fundamental que cada eleitor faça a sua opção


“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição” – § único do art. 1º da CF.

Em todo o Pais o primeiro turno das eleições municipais acontecerá em 4 de outubro, e o segundo turno, em 25 de outubro. Eleitores dos 5 570 municípios e do Distrito Federal. irão às urnas para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Dia 4 de outubro de 2020. Monte Alto também escreve mais um capítulo dentro da maior democracia brasileira, com a convocação de aproximadamente 40 mil eleitores para decidir o que queremos para o município, nossa Sonho de Cidade.

Resguardadas as devidas proporções, Monte Alto precisa eliminar algumas desigualdades, gerar empregos, renda e riqueza, defender nossa Cidade, elevar as condições da Educação, da Saúde, da Segurança Pública, adequar a máquina pública para mais eficiência.

A cidade precisa e quer definir o modelo do transporte coletivo cobrindo toda a urbe. Precisa combater o tráfico de drogas, reduzir a criminalidade vista latente e crescente, proteger as nascentes, conscientizar a população na separação de lixo orgânico do reciclável, também aumentando a capacidade de arrecadação e manuseio da Cooperativa.

A grande novidade das eleições municipais de 2020, o fim das coligações partidárias para a eleição de vereadores, deve exigir uma identificação ainda mais consistente dos partidos políticos e candidatos durante a campanha.

No período de cada dois anos termos eleições no País, boa parte da população acredita no poder do voto. Acha que se votar não fará a mínima diferença como também não irá proporcionar qualquer modificação no contexto político

É importante que o eleitor procure se informar a respeito das ideias do partido político ao qual o seu candidato está filiado, pois a ideologia partidária – ou seja, os propósitos daquela legenda – está ligada ao que o candidato escolhido realizará se for eleito.

Espera-se que esse ciclo histórico na democracia brasileira motive o eleitor da cidade votar de maneira consciente e interessada, depositando a sua confiança em candidatos dignos e honestos, pois sua escolha refletirá no futuro no padrão e qualidade de vida de todos nós.

Vamos as variantes para não cair em armadilhas e entender, porque as coisas se formam na teoria cosmológica do a-peiron. (Anaximandro, no século VI a.C.)

Nas últimas décadas, desde que as eleições diretas foram reinstituídas, em 1989, a prática da compra de votos tornou-se um problema constante em períodos eleitorais.

As ofertas ostensivas aliciadoras para cargos, tijolos, cimento, pisos de cerâmica, telhas, madeiras, berços, botijões de gás, conserto de veículos, cesta básica, remédios, dentaduras, passagens de ônibus para Minas Gerais, estados do Norte/Nordeste, dinheiro vivo, tudo vale como “moeda de compra de votos”, objetivo de troca dos políticos para conseguir votações mais expressivas.

Voto não é para ser comprado nem vendido. Nem com dinheiro, nem com mercadorias ou qualquer tipo de vantagem. Isso é crime eleitoral. Lamentavelmente aqui, ali e acolá, essa pratica, a corrupção é ativa e passiva tem seus atores em papéis principais e coadjuvantes. Dai encaixar no roteiro: “Tem algo de podre no reino da Dinamarca”, como dizia William Shakespeare.

Este colunista nos idos de 1990, em editorial nas páginas do Jornal A Tribuna, escreveu sobre essas nefastas práticas de “é dando que se recebe”.

Foi alvo de violentas campanhas em manifestações de protestos da então Câmara Municipal, com Moção de Repúdio lidas em Plenário e publicadas na imprensa local, mais o titulo de “Persona Non Grata “ e condenação judicial. Quiseram transformar o jornalista em “morto-vivo”. Não conseguiram! Essa é outra história que aqui em breve relato.

A fila anda e concluímos que a sede dos políticos está além dos interesses da nação. Apesar disso, nem todo político é igual ou corrupto. Homem e mulher desta “Cidade Sonho”.

Que tal fazer valer sua opinião, sua cidadania, seu dever cívico?

Manifeste sua vontade ou opinião, participe do processo, exerça influência. Daí, o eleitor tem em suas mãos um importante instrumento de mudança política e social: o voto; escolhendo candidatos “Ficha Limpa”.

Por certo, Robin, após ler este comentário do Jótha Marthyns, não se conteria em falar da próxima eleição municipal em Gotham City e em pose de “Trans”, dispararia para Batman: Santas corrupções nessa Prefeitura etrusca! Vamos denunciar ao Comissário Gordon. A casa caiu!

Câmara Municipal de Ibitinga

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