PETRÓPOLIS

POPULAÇÃO DESSA CIDADE DESDE 1930 INSISTE EM CONSTRUIR E MORAR COM FAMÍLIAS SOBRE ÁREAS DE RISCOS COM VISÍVEIS AMEAÇAS DESABAMENTOS IMINENTES.

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“De repente, eu percebo que a corrupção é, exatamente, a distância entre o país que temos e o país que queremos. Pena que, no país que temos, ainda teimemos no cultivo da árvore proibida da impunidade, na qual se entrelaça a serpente maliciosa da corrupção” - Pedro Simon – Senador -

Essas mesmas populações, a maioria desde aquela época,  teimosas, sem a observância de prevenção, precaução e  prudências, continuaram por décadas sucessivas vítimas de deslizamentos de encostas de morros, soterramentos,  alagamentos, enchentes, afogamentos, destruição e danos  de bens e moradias, perdas de vidas de familiares naquelas  ‘áreas invadidas irregularmente’ com beneplácitos  políticos por motivos óbvios ostensivos eleitoreiros.  

A massa de excluídos, quando ali instaladas, alguns nem  tanto, não aprendem as sucessivas calamitosas e trágicas  lições. Poder publico sempre finge providencias e ‘enrola’  as pessoas dependentes do Poder Público.  

Aqueles episódios sempre anunciados, seguidos de  vergonhosas omissões de autoridades municipais por falta  exclusiva de políticas públicas de construções de  habitações coletivas de custo popular e os desenfreados  vistos sucessivos capítulos de desvios de verbas para tais  finalidades. 

Por todo o País, agregou-se sempre em programas  habitacionais federal ou estaduais os despreparos as vezes  intencionais de ministros, congressistas, governadores,  deputados, prefeitos e vereadores, em levar vantagens, ludibriando eleitores e contribuintes, praticando quase  sempre improbidades administrativas.  

Essa tragédia de Petrópolis, soma-se as muitasjá ocorridas  em solo tupiniquim. Em Mariana, Brumadinho, Capitólio  (MG), Monte Serrat, Morro do Marapé em Santos; Morros  em Guarujá, Franco da Rocha, (SP), Morro do Bumbá em  Niterói , Paraty, Ilha Grande (RJ) e outras tantas cidades  da Bahia, Minas Gerais, Recife, Goiás. Pará, Maranhão.  Tocantins; Paraná, já registradas na história desta PÁTRIA  AMADA BRASI. Vergonhosamente são símbolos de  descasos e incompetências em não termos ações de  planejar políticas públicas em prevenções de situações nos vários riscos brasileiros, metropolitanos, com a massa de  pessoas que vivem em áreas de vistos altos riscos e  vulnerabilidades e que de forma direta ou indireta sofrem  com as catástrofes sucessivas que acontecem em cidades. 

Alguns políticos ‘Caras de Pau’ isentando-se de culpas e  dolos, quando seus estados ou cidades passam por tais  situações, dizem ser vítimas fortuitas ou de força maior. Nas chuvas acima das medias esperadas, culpam o  ‘aquecimento global’ e até “São Pedro” (sic). Sim, isso aqui  acontece em descarados depoimentos frente as câmeras  de televisão. 

Tá. O que temos a ver com dramas fora de nosso curral Caiapó, óquey? Sucessores de vítimas de tragedias,  continuamos co-participes em omissões, não responsabilizando perante a Justiça os ‘gestores  discricionários e vinculativos’; exigindo do poder público, representado pelas prefeituras municipais e pelas câmaras de vereadores, que haja, de forma clara, online e  documental, prestação de contas sobre o emprego de  verbas estaduais e federais municipais e doações  destinadas a sanar a crises. Se bem que de forma aleatória o TCSP supre essas lacunas fiscalizatórias.  

Seguindo. Urge, mitigar danos e aflições de pessoas,  resolver problemas relativos à infraestrutura necessária  para que tais eventos não se repitam com a mesma  intensidade no futuro próximo e para que tenhamos a  certeza que o emprego de tais verbas sejam “sempre”  efetivos e transparentes. 

Até aqui estamos omissos, sem responsabilidades cívicas, em não acompanhar causas públicas em nossas cidades,  que devem refletir condições de gozo de qualidade de  vida. Sim, é a elementar obrigação de agentes públicos  eleitos e pagos (regiamente) com dinheiro ‘suado’ de contribuintes. 

Tristemente, nossa retrograda cultura volta-se em  preocupações fúteis enfocando tão somente o Carnaval,  capitulo das novelas, do BBB22 e performances dos times  de futebol; vida de artistas, seus estilos e várias  preferências de comportamentos, etc. Alguns desses quadros tem há décadas incentivos subliminares em certas emissoras de TV com objetivos de subverter a ética e os  bons costumes.  

Ao que parece, os terráqueos, inclusive os daqui desta  terra de antigo domínio de Caiapós; enquanto não vítimas,  imaginam, que os quadros de horrores que vagam pelo  planeta, exibidos a todo instante em noticiários dentro da  Internet, redes sociais, jornais, rádios e TVs, como se fossem fatos de outra dimensão de tempo e espaço.  

Poucos brasileiros e brasileiras sabem que detém a liberdade de cobrar de órgãos e agentes públicos  transparências em suas atuações. Essa classe de servidores  públicos são nossos “funcionários”. É a real.  

E obrigação deles, quando solicitados ou requeridos, que a prestação de contas seja acompanhada de cronograma de  aplicação em obras e/ou ações de cunho social. 

Se bem que essas diretrizes de prestação de contas devem sempre partir lá de dentro dos Picadeiros espalhados pelo  Eixo do Mal. Lamentavelmente não é o que deveria  ocorrer. Ali, prioritariamente, por décadas, desde 1985, cultua-se o ‘quantum’ de verba entra em partidos políticos para financiar bolsos e bolsas de seus asseclas. E esses  costumes do “dar-se bem em troca-troca de favores” é que  prejudica toda uma Nação de mais de 215 milhões de  habitantes. É quase sempre modelo para apoderar-se da  ‘res’ publica. 

 

Somando-se o atual estado que a pandemia da Covid 19 e suas variantes vem provocando, seguem as violências  brasileiras extremadas, corrupção desenfreada. 

Momento global assiste de forma inesperada a brutal  invasão da Rússia na Ucrânia, causando destruição,  mortes, levando A humanidade ao temor de 3ª Guerra  Mundial. 

Quer mais? Temos terremotos, tsunamis, furacões,  vulcões; incêndios florestais e em áreas urbanas. 

Tempus fugit. Abril caminhando. Mais que antes, certeza  que o planeta será invadido pelas Esquadras do Bem da  Confederação Galáctica, para aqui implantar em  definitivo, um governo único de Paz, solidariedades, amor  e respeito dentro de famílias, ao próximo, a Ordem e  Progresso dos Povos desta planetinha Azul, a “Mãe Terra” que será então respeitada e preservada com suas  naturezas!  

Caras pálidas! Está difícil passar por este momento global. Tantas notícias tristes, apreensão, medo. Eu aqui, uma  maneira de atenuar este período é escrever. Assim não é  questão de “se”, e sim de “quando”. Entendeu?  

Humanoides, sem pânicos. “Uníssonos elevemos as mãos  aos céus e entoemos, ‘Misericórdias Senhor Supremo do  Universo’! Glórias ao teu Santo Nome. Amem!” 

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