SOMOS PÁRIAS E CAPACHOS HISTÓRICOS.

Entre o pária e a pátria há uma letra ”T” de distância na grafia, mas não na cartografia política e moral do mundo.

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Sem parti pris. Eu já vi muitas estupidezes na vida. Nada se compara, contudo, ao que acontece hoje no País e no Mundo. Aqui, o mau jeito dos governantes nos três níveis da administração pública em lidar com a crise sanitária, com poucas exceções, e a falta de união nacional em torno   do   combate   à hecatombe produzem efeitos nefastos.

Todos sabemos e a mídia tem denunciado com frequência os desvios dos recursos da saúde, feitos por alguns ‘safados’ governadores e prefeitos, durante a atual pandemia.

Diante da cegueira passional política, é bem-aventurado aquele que não é “rebanho” de nada nem de ninguém. Saudável é o que assume o lugar do questionamento, aquele que foge da multidão sectária construtora de muros. Entendem vocês escravocetas?

Enquanto a pandemia dizima milhares de vidas, algumas autoridades deste Patropi estão ocupadas com afazeres de outra ordem. Mais uma vez a lógica constitucional não funciona com os néscios que ocupam a maioria das 81 cadeiras dentro do Senado da República.

Inacreditável! Só   acreditei   porque   deu   no   Estado   (6/4, A8): Imóveis funcionais ganham cama nova. É inadmissível, vergonhoso, imoral, uma afronta que em plena pandemia, com mais de 17 milhões de desempregados e de famílias esfoladas e endividadas passando fome dentro do celeiro do mundo; o Senado tenha como prioridade trocar camas e colchões dos senadores.

Alô, alô, planeta Terra chamando. Parem as rotativas. Não entendi. Além de dar moradia gratuita, o contribuinte é obrigado a guarnecê-la de todos os moveis e pertences? Se tem camas quem efetua a arrumação diária? Tem camareiros? Qual é o custo aos contribuintes dessas mordomias?

Cibernética parcela da comuna local ligada a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos. Atentem.

Desde 1985 é assim que se enfrentam as graves questões do País. Esse é o exemplo que os políticos a partir do Eixo do Mal instalados em Brasília, dão à Nação.

A desfaçatez, a imoralidade o desprezo pelos mais necessitados não tem limites. Pelo visto, pretendem continuar a dormir eternamente em berço esplêndido. Tudo ocorre em “terras brasilis” no “arrepio da lei” é permitido.

Amicus curiae. A humanidade desde o todo o século passado até agora, não vivenciou momentos tão complicados em todos os setores da vida humana como estamos vivendo agora em razão dessa pandemia de covid-19.

Falando do Brasil. Os números no País vão ultrapassar 400 mil vítimas ainda no mês de abril. Especula-se chegarmos no final de 2021 com 1 milhão de vidas perdidas. Já se fala que o número de mortos poderá superar o de nascimentos no Brasil.

Caros confrades e confreiras, questão de ordem. Uma perguntinha. Eu quero saber para entender o conteúdo do balaio Covid-19. Pergunto:

  • “A conta desse número de 1 milhão, inclui-se as mortes diárias por assassinatos, acidentes de transito, dengue, aids, hepatites, AVCs, mortes naturais, outras tais, ocorridas dentro dos 5.568 municípios brasileiros? ”.

Pegue a calculadora. É público e notório que a média diária de falecimentos por causas várias nesses municípios brasileiros é de uma pessoa. Então caros Watsons, diariamente por todo o pais, perdemos 5.568 vidas, sem os efeitos da pandemia. Certo?

  • Algumas dúvidas não conclusas que podem e devem ser questionadas. Pensemos juntos!

Ao contrário dos efeitos de destruição e em terra, mar e ar, provocada por misseis transportando bombas atômicas e de hidrogênio, a morte em massa ocasionada por um minúsculo vírus, virou um grande negócio de liquidez imediata, e está sendo benéfica com essa faxina tirando de sobre o Planeta, pessoas ‘descartáveis’.

Seria um plano oportuno em redução, controle e equilíbrio da raça humana? Sob a disfarçada égide de comoção e solidariedade global idealizada pelos integrantes da Teoria da Conspiração da Nova Ordem Mundial?

  • Em tempo de Reflexão. Talkey. Nós todos vamos morrer. E, acredite ou não, esse é um evento tão natural quanto nascer, crescer ou ter filhos. No entanto, a ideia da finitude nos enche de terror. Por quê? Será que precisa ser assim? Vítimas da pandemia da covid-19 e dos Congressistas de Brasília? ’

Sem inclusão das premissas no tudo a ver, prefiro está expressão idiomática do arco-da-velha (sem conteúdo machista): “Cuide da sua cabra que o meu bode está solto”!

ATO FINAL. Viva! Viva! Viva! Viva os loucos que inventaram o Brasil e o vírus Covid-19, genocida primeiro neste século XXI! Viva!

PUTZ! Estarei nestes escritos já atingido por sérios efeitos psicológicos da pandemia seca? Aguardem meus próximos capítulos.

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