TUDO NO PAPEL AMARELA REGIÃO METROPOLITANA DE RIBEIRÃO PRETO

Lembram-se de manchete nos jornais? “Região Metropolitana de Ribeirão Preto trará benefícios em curto prazo”.

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Entre tantas promessas, a população acreditou. “Ligação interurbana deixa de existir nas 34 cidades que compõem a nova região; lei foi assinada em SP”.
Pois bem, tem mais. A Região Metropolitana de Ribeirão Preto, foi criada pela Lei Complementar nº 1.290, de 06 de julho de 2016 pelo governador Geraldo Alckimin, integrando 34 municípios, divididos em quatro sub-regiões da qual Monte Alto integra a segunda.
Detalhe: Essa Lei alcançará 5 anos completados no próximo mês de julho. Perguntemos juntos: “quais os benefícios que as cidades receberam?
Entende? O que Monte Alto recebeu”? Ele, governador Geraldo, fez várias promessas com aval da Assembleia Legislativa do Estado. Com a iniciativa, a área passou a ter um Conselho Metropolitano e um fundo próprio. Certo, e então, reuniões frutíferas ocorreram? De quanto está acumulado esse “fundo”?
Nesse interim, cidade menor que Monte Alto, recebeu prédio do Detran, agora Autarquia. E nosso prédio do sonhado novo Fórum para a Comarca? Até aqui muita “conversa jogada fora”. Muitas viagens a São Paulo (aéreas e rodoviárias).
Duplicação de trecho da SP 305? Monte Alto aguarda desde 18 de junho de 2016, a obra que conforme aviso de licitação/Edital seria concluída em oito meses. Aproveitando o clima de euforia políticos do Legislativo, especulavam que o trecho da duplicação seria urbano, dos Trevos da Cargill, até o do Cestari e que essa conquista teve empenhos do “Casarão” da Avenida Quinze de Maio, ou lá dentro do Palacio da Praça Central?. (sic). Teria? Ao que se sabe, a bem das verdades, foi sim, conquista da ex-prefeita Silvia Aparecida Meira, coadjuvada pelo secretário municipal Paulo Cesar  Carello.
Monte Alto com mais de 50 mil habitantes já comporta uma Unidade de Pronto Atendimento 24 horas – UPA. O atual Ambulatório Médico de Especialidades – AME - está totalmente dependente das instalações físicas da Santa Casa, aqui visivelmente improvisada (às pressas por pressão popular).
Se ali permanecer deve ser melhor estruturada, pois mesmo com a boa vontade da Santa Casa, essas instalações são exíguas. O oferecido aos usuários do SUS deve ter ampliação da recepção e acomodações de espera e de atendimentos mais amplas. Exemplo da ação “meia boca” da DRS 13 nesse AME são os equipamentos ultrapassados para diagnósticos oftalmológicos em pequena sala. 
A saúde oferecida a Monte Alto através do SUS coordenado pelo Estado, nestes passados 20 anos foi disponibilizada aos usuários, tipo “improvisação”; firmando às pressas, contratos com Cooperativas Médicas através de OS, sempre com aceitação e ‘amem’ dos políticos plantonistas.
Segurança Pública Municipal? Monte Alto segue com efetivos das policias estaduais deficitários. A Policia Militar já comporta ser elevada a Companhia. Suas amplas instalações no centro da cidade justificam esse anseio da população.
E a vinda de Unidade do Corpo de Bombeiros da PM? Aqui para “tapar o Sol com peneira”, criaram uma Brigada de Incêndio, com efetivo mínimo de brigadistas integrantes da Guarda Civil Municipal. O caminhão tanque que sempre em casos de focos de incêndio é operado pelo motorista da prefeitura, não estão capacitados para tais ações.   Por mais de 3 anos falta Delegada titular para a DDM, instalada em prédio particular, com pagamento de aluguel efetuado pela Prefeitura.  
A nível regional, questões como segurança, transportes interurbanos coletivos e saúde até aqui não transpareceram resultados, ante as mirabolantes propostas iniciais da ‘Coordenadoria’ da Região Metropolitana de Ribeirão Preto.
Nessas 34 cidades integradas a essa Região Metropolitana, a falta de conexão da informatização entre o SUS nas Unidades Básicas, UPAs, Prontos Socorros coloca a saúde em evolução ‘jurássica’. Aqui não se consegue agendar consultas on line.  Prontuários de usuários do SUS ainda e elaborado em papel. Muitas cidades do País já adotam esse sistema.
Se aqui implantado esse sistema logístico, obvio e ululante que tal benefício resulta em economias e qualidade de vida para usuários. Se alguma cidade desse grupo já implantou totalmente tal sistema, não ocorreu tal necessária e ampla eficiente publicidade.
Entre as tantas outras ilações políticas, nas telecomunicações, mais uma promessa até aqui não cumprida; a de extinção do DDD para telefonemas entre os municípios, que talvez, segundo a ANATEL, seria cumprida no final de 2021. Foi?
Vale também cobrar do ex-governador Geraldo, hoje assumido vice com Lula para disputa da Presidência da República, as obras de ampliação do aeroporto Leite Lopes e construção do Hospital das Clínicas da Criança (ambos em Ribeirão Preto), que por certo beneficiará as 34 cidades da Região Metropolitana.
A bem da verdade é que a população aqui deste pedaço Caiapó, continua posando de “zé mané” perante esses políticos todos, federais e estaduais. Merecem serias críticas em cobranças de falta de promessas não cumpridas. Vacilões! Que sejam mais capazes em ações e políticas públicas. Esse não é o Estado de São Paulo que quereremos no presente e para o futuro.
Acorda Região Metropolitana de Ribeirão Preto, “Ficticia Hollydiana dentro da Califórnia Brasileira”.

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