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10/07 - IBITINGA-SP
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Marco Fonseca

Marco Fonseca


Vivendo desafios II


            Gosto de entrar em realidades que parecem não ser nossas, mas que cotidianamente estamos próximos, e em razão disso discutiremos investimentos imobiliários versos a situação dos usuários de tabaco.

Ao mesmo tempo... em que vivemos um aumento em diversificação de investimentos os CRI e os FII tem sido alternativas garantidas em melhores rendimentos.

O setor imobiliário tem se adequado para aqueles que gostam de títulos de renda variável como no caso dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) ou para aqueles que desejam um pouco mais de retorno em renda fixa no caso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Embora o FII é caracterizado pela reunião de investidores que formam uma sociedade com o objetivo de comprar ou construir algum tipo específico de imóvel. Logo, ao investir em um FII você se torna proprietário de pequena parte de um ou de vários prédios que compõem aquele fundo.

Já nos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) isso é muito diferente do FII e muito semelhante às Letras de Crédito Imobiliários (LCI), do ponto de vista do investidor, pois são títulos de renda fixa, nos quais os investidores cedem seu capital com a promessa de que receberão o valor corrigido por um índice do mercado, somado a uma taxa definida no momento da aquisição do CRI.

Assim, ao investir em FII você comprará uma pequena fração de um ou mais imóveis e, ao adquirir um CRI, você comprará títulos de dívidas relacionadas a alugueis, financiamentos ou contratos de imóveis, mas todos possuem riscos de crédito, embora possuam lastros de imóveis físicos que servem como garantias.

No caso do CRI se houver uma grande taxa de inadimplência nos recebimentos da companhia securitizadora isso será refletido nos seus rendimentos e no caso do FII tem 3 riscos fatais, como a inadimplência quando os inquilinos não pagam o aluguel do imóvel, a desvalorização do empreendimento e a conseqüente desvalorização da cota do FII e o risco de vacância — quando o imóvel fica desocupado — o que impactará diretamente no recebimento dos aluguéis.

... Vivemos, entretanto um paralelo nos investimentos em comércio para fumantes. Para isso é importante dizer que segundo dados do Governo Federal têm no Brasil 10,2% de fumantes (dados de 2016), que significa quase 26 milhões de usuários viciados no tabagismo.

Em 10 anos (2006-2016) esse número teve redução de 35% em usuários, mas ainda morrem aproximadamente 150 mil Brasileiros todos os anos, dando, por conseguinte, um prejuízo anual de R$ 39,4 bilhões no tratamento de doenças ligadas ao cigarro.

Percebemos que existe então uma faixa considerável de cidadãos que são fumantes e estão ficando excluídos da sociedade.

É perceptível em repartições públicas os fumantes ao redor do local de trabalho em horário de sua labuta com cigarro, bem como em bares, lanchonetes, restaurantes, shopping, casas de shows e etc, assim como era comum anos atrás pessoas fumando em audiências, faculdades, prédios públicos e etc.

Havia épocas em que o não fumante era excluído das rodas de amigo e do convite par festas e eventos, mas hoje a coisa mudou, pois cinzeiros estão proibidos nesses locais e a lei determina também que multa e em 2020 o tabaco será proibido em todos os espaços públicos fechados.

Proprietários de locais com áreas para fumadores têm cinco anos para se adaptar às novas regras. Após 2020, haverá espaços para ‘fumadores’, mas com regras muito estritas. Consumo de cerveja e vinho passa a ser proibido antes dos 18 anos, o que vem levando empresários a possuir investimentos únicos e exclusivos para usuários do tabaco.

Para concluir minha torcida é para que nesses próximos anos seja extirpado o cigarro no mundo, pois o tabagismo faz sofrer, custa mais de 1 trilhão de dólares no tratamento na saúde mundial e brevemente vai matar mais de 8 milhões da população mundial.
 

Marco Antônio da Fonseca é Jornalista, inscrito na MTB sob o n.º 37.066.

Câmara Municipal de Ibitinga

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