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20/09 - IBITINGA-SP
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PG Nogueira

PG Nogueira


Logan - Filme


Dezessete anos atrás, mais precisamente no dia 18 de agosto do ano 2000, éramos presenteados com o primeiro filme da franquia X-men, e hoje dissemos adeus ao mais carismático mutante dos cinemas e gibis, Wolverine. 

O filme finalmente entrega o que nós fãs queríamos ver e não vimos nos dois primeiros filmes da franquia. Com o enredo baseado no gibi original ‘’Velho Logan’’, traz um futuro apocalíptico para os mutantes quase extintos, onde Logan e Professor Xavier sobrevivem se escondendo, Logan já velho e cansado cuida de um professor Xavier com graves problemas mentais. E vale aqui a observação, meu amigo, que atuação digna de Patrick Stewart em seu ultimo filme vivendo o professor X. 

Vale destaque também a atuação da jovem atriz britânica Dafne Keen de apenas 12 anos, na pele da X-23 a suposta ‘’filha do Wolverine’’, foi outro grande presente aos fãs, mesmo calada na maior parte do filme, foi muito bem nas cenas de ação e convincente no papel. 

Logan em sua primeira cena já se mostra diferente de tudo o que vimos, muita brutalidade e cenas de ação sem medo de explorar toda a selvageria do mutante. A pergunta que fiz é : Por que demoraram tanto para nos entregar esse filme? 
 Tivemos que espera um filme de super herói com censura para maiores de dezoito anos fazer sucesso, que foi o caso de Deadpool, para que outros se arriscassem fazer o mesmo, a verdade é apenas essa. 
E como já era de se esperar, ele não vestiu seu clássico uniforme amarelo e preto! Uma pena, seria uma despedida justa ao ator. 

Deixo aqui um adeus a Hugh Jackman, que nos fez gostar ainda mais desse personagem tão emblemático dos gibis. A pergunta que todos fazem, qual ator assume as garras de adamantium no cinema? Palpites?
Confesso que sai com os olhos cheios de lagrimas do cinema. Não viu ainda? Mais que recomendado!

 

Punho de Ferro - Série

O primeiro ‘’soco fora’’ da Marvel no seu universo estendido? 
 O último seriado da Marvel antes de reunir Os Defensores (Demolidor, Jéssica Jones e Luke Cage) finalmente saiu para Netflix, e logo de cara as críticas foram as piores possíveis. 

Particularmente era a série que mais aguardava, muito pela história do personagem e todo seu lado místico, ignorado totalmente pelo seriado. 
 Nos gibis lançados na década de 70, Wendell Rand foi treinado em Kun-lun (umas das sete cidades fictícias da Marvel que residem em outro plano) para ser o Punho de Ferro (que resumidamente é uma pessoa escolhida para treinar fisicamente e mentalmente para controlar seu ‘’Chi’’ e com isso adquirir dons extraordinários), mas desistiu no momento de enfrentar seu último adversário. Anos depois ele tenta retornar a cidade para cumprir sua obrigação mas acaba sendo morto. Seu filho Daniel Rand acaba sendo encontrado por monges de Kun-lun e vindo a se tornar o Punho de Ferro. 

Longe, mas MUITO longe de sua origem dos gibis, a série traz o ator Finn Jones trazendo vida ao personagem, que surge após 15 anos do acidente de avião que matou seus pais e agora quer retornar a empresa que seus pais criaram, controlada por seus sócios. O primeiro grande erro da série começa justamente ai, nada de onde ele foi criado, Kun-lun uma das cidades mais impressionantes e místicas é contada em detalhes, apenas flash back e lembranças ao longo da série são mostradas, assim como seu treinamento em artes marciais, parece ser totalmente ignorado. 

Os seis primeiros episódios são maçantes, vemos o ator Finn Jones perdido na interpretação, com mudanças de humor repentinas que nada combinam com um monge. Perdemos cerca de 5 episódios para provar a todos quem ele diz realmente ser e não morreu no acidente. 
As cenas de lutas que eram para ser o ponto forte da serie são fracas, em certas partes é nítido o uso de cabos para fazer os movimentos nada naturais dos atores.

Sobre os vilões, outra vez Marvel deixa a desejar, ela não deixa em momento algum claro qual a ameaça do seriado, apenas menções e pontos sem nós. Muito mal construídos e sem nenhum propósito convincente, tanto Harold Meachum e Madame Gao, parecem servir apenas para tapar o buraco do vilão.

A parte positiva é que a série termina muito melhor do que começa, e pode dar uma esperança de uma segunda temporada. Lembrando que ainda este ano teremos a chance de ver o herói contracenar na série Os Defensores, o qual traz Demolidor, Jéssica Jones e Luke Cage formando a equipe, sua estréia esta programada para o segundo semestre de 2017.

 

Resident Evil 7 - Playstation 4, Xbox one e Pc

Após o contestado Resident Evil 6, por trazer mais ação do que o horror em si, a sua produtora Capcom decide reformular completamente o jogo, trazendo de volta o horror e suspense que fez a série ser aclamada por gamers do mundo inteiro. 

O que mais me surpreendeu foi a jogabilidade em primeira pessoa, onde controlamos até então o desconhecido protagonista Ethan. Nas primeiras horas de jogo a jogabiladade me incomodou um pouco, a câmera é mais lenta que o normal e as ações do personagem mais ainda, além do fato dele correr consideravelmente devagar, mas nada que estrague o produto final. Logo é visível que isso tudo faz parte para imergir no desespero e horror que a série proporciona, e devo admitir, fizeram isso de maneira genial.

Os sustos ao longo do jogo são inevitáveis, a trama envolvendo o Ethan e sua namorada Mia, prendem a atenção de forma angustiante. 
 Caso você seja um jogador novato, vai sentir certa dificuldade para desvendar certos puzzles (quebra-cabeças) do jogo ou mesmo se manter vivo em certas partes, e já deixo meu aviso, se você for muito medroso (assim como eu), esse jogo não é para você. Tenho que admitir que nas primeiras horas de jogo a minha vontade era de desligar o jogo e vender o cd. Porém por gostar muito da série, engolia seco, franzia a testa, fechava um dos olhos e seguia em frente para ver o desfecho. 


Todos os sustos valem a pena, o jogo entrega o que prometeu e volta as suas raízes 
Resident Evil 7 está disponível para Playstation 4, Xbox One e PC, sua faixa de preço está entre R$ 170,00 e R$ 220.00.

Câmara Municipal de Ibitinga

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