Feira de Malhas era na verdade "Feira do Brás". Decisão Judicial encerrou atividades na noite de ontem

Após um dia de tumulto entre expositores, Prefeitura, Polícia, Comerciantes e populares, a exposição que vendia produtos de diversos seguimentos fecha suas portas


Sexta-feira, dia 07 de julho - Um dia tenso em Ibitinga!

O dia acordou com a presença de uma feira em Ibitinga. Na verdade, duas feiras. A tradicional Feira do Bordado da cidade que iniciou seus trabalhos no Pavilhão Permanente de Exposições, com centenas de expositores e o otimismo de uma edição positiva do evento. Enquanto isso, uma outra feira, considerada inicialmente uma exposição de malhas, era na verdade feira de produtos oriundos do bairro Brás, em São Paulo - Capital, reconhecida pelos preços ofertados e pelas oportunidades de consumo.

Situação bastante complicada para os comerciantes que apostaram nas vendas e lançamentos de seus produtos para este ano. Com isso, já pela manhã, a Associação Comercial de Ibitinga empenhava-se em fechar a referida feira, e buscando contato com os responsáveis na Prefeitura que autorizaram o alvará de funcionamento do local.

A pressão dos comerciantes e também dos expositores da Feira do Bordado, fez a Prefeitura cassar o alvará de funcionamento. Num primeiro momento, o Corpo de Bombeiros foi acionado para exigir o cumprimento de requisitos da legislação, porém o prédio alugado para o comércio possui o AVCB do Corpo de Bombeiros e demais ítens que faltavam foram providenciados pelos expositores.

A Prefeitura então, para resolver a questão polêmica, cassou o alvará alegando que o mesmo era para exposição e não para vendas, conforme o pedido realizado pelo protoloco junto à municipalidade.

Aí o transtorno começou de fato e a polícia chegou ao local. Porém, os expositores não recuaram e foram na Justiça, alegando que estavam tendo prejuízos uma vez que montaram toda uma estrutura para vir para à cidade.


Foto: Portal Ternura
 

Em meio a toda essa discussão, os consumidores de Ibitinga iam realizando suas compras de forma apreensiva pelo clima que se formou no local. Ainda sem o parecer  judicial, por volta das 16 horas, uma notificação de cassação da licença de funcionamento, expedito pela própria prefeitura, foi entregue através de um fiscal que esteve no local com a ajuda da polícia. Foi neste momento que deu início a um conflito, amenizado minutos depois.

Nas redes sociais, a população se manifestava de todas as formas, contra e a favor. Depois de meia hora fechada, uma liminar expedida pelo Juiz de Direito em favor dos expositores, a feira foi reaberta e os expositores comemoraram.


Foto: Portal Ternura

Duas horas mais tarde, a liminar foi revogada pelo mesmo juiz e a Feira voltou a ser fechada.

O assunto bastante fragilizado, encerrou com a saída dos vendedores do prédio, sediado no Jardim Centenário, e durante a madrugada todos foram embora.


Foto: Divulgação
 


Comentários (9)

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Mara Silvia - há 3 meses atrás

Voltamos a época dos coronéis ...

ELISABETH TOFANELLI - há 3 meses atrás

Que coisa,deixa o povo trabalhar
Foi dado o alvará, aí vem os poderosos e mandam fechar
Aff

Comentarista plantão - há 3 meses atrás

Estão mais preocupados com quem esta querendo ganhar seu dinheiro trabalhando,doque aquelas pessoas no centro da cidade nos estacionamento,na frente dos bancos coagindo as pessoas a te dar dinheiro, # vagabundotemmaisdireito

marizete bianchi - há 3 meses atrás

Meu DEUS ,que coisa feia,decepção ;pegou mal para as sacoleiras que vaõ à São Paulo para comprar seus produtos para vender,e ao povo de Ibitinga .Como disse a amiga no comentario:voltamos a època dos coronèis

Elisângela De Rizzo - há 3 meses atrás

Absurdo...

Eva Mensato - há 3 meses atrás

Direitos iguais para tds,se eles tem a oportunidade para vender com preços bem melhores pq não. ...Os comerciantes e a feira do bordado enfia a faça em nós consumidores....Que triste isso,pois, eu iria aí amanhã para fazer compras, agr vou ter que pagar passagem e fazer compras em São Paulo. ...

Valter Santana - há 3 meses atrás

Bom dia sou o orgazidor da feira do Brás.como tal prefeitura pode dar um alvará e cassar o mesmo, porque qual a diferença entre uma feira de malhar que é roupa e a feira do Brás que também em 98 por cento e roupa? O alvará foi cassado por pressão do comércio local.lembrando que atendemos todo requisitos do bombeiro e do município.

Valter Santana - há 3 meses atrás

Gostaria de direito de resposta 19 999314429

luiz silva - há 3 meses atrás

Absurdo isso q a Cristina fes de altorisa e depois se arrepender e cassar o alvará e os policiais agirem com agrecao contra os comerciantes dá qui uns dias nem turista vem pra Ibitinga com medo de ser agredido e quem vai compra nesse comércio dá cidade que esprora a população com preços abusivos eu só pergunto agora se o portal ternura tem coragem de de fala a verdade é mostra o vídeos dos policiais agredindo os comerciantes vamu ver.

Ibitinga

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