Operação da PF contra exploração ilegal de diamantes cumpre mandados de busca em Rio Claro

Foram apreendidos documentos, celulares e computadores de pai e filho suspeitos de serem intermediadores na venda das pedras.

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Diamante apreendido durante investigações da Polícia Federal em Terra Indígena de Rondônia — Foto: PF/Divulgação

 

Policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Rio Claro (SP) como parte da Operação Crassa contra a a exploração ilegal de diamantes na Reserva Indígena Roosevelt, em Rondônia.

Os alvos foram à casa e o escritório de pai e filho suspeitos de intermediarem a venda das pedras. Documentos, celulares, computadores e mídias digitais foram apreendidos e levados para perícia. Os nomes deles não foram divulgados.

De acordo com a PF, os suspeitos têm contatos em Rondônia e supostamente adquiriram lotes de diamantes para revender no mercado internacional.

A Polícia Federal também buscou por um endereço em Rondônia associado a um CNPJ ligado aos suspeitos, mas nenhum comércio foi encontrado no local.

Em todo o país foram cumpridos 53 mandados de busca e apreensão no interior de Rondônia e em São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal.

Segundo a PF, entre os alvos estão lideranças indígenas, garimpeiros, intermediadores responsáveis por avaliar o valor das pedras preciosas e também por fazer a ponte com os compradores, e empresários.

Os diamantes são retirados ilegalmente e passam por avaliação do intermediador até serem vendidos em joalherias — principalmente em São Paulo e no exterior, em países como França, Itália e Suíça.

Gravações telefônicas obtidas pelo G1 revelaram dois garimpeiros falando em vender pedras por US$ 5 milhões na Suíça.

 

 

Fonte: G1

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